Aos santos: santifiquem-se mais!

As Sagradas Escrituras revelam que a música foi criada por Deus, nas regiões celestiais, preparada para um propósito sublime: adorar ao Deus Todo-Poderoso.
Prélio dos Cânticos apresenta uma timeline de eventos ocorridos desde o princípio da criação, destacando os pontos onde o diabo se infiltrou, sutilmente, para descaracterizar a essência e o propósito da música, utilizando-se de influências da secularidade e redirecionando a adoração para si.
Louvar de maneira plena e genuína requer entendimento sobre os principais elementos da música, pois estes são alvos de influências malignas — e requer a busca do auxílio do Espírito Santo diante de situações pelas quais não temos total entendimento. Não é somente um estudo de cunho eclesiástico: é uma súplica aos músicos e ministros do altar.
“O Senhor só passa a ser dono da adoração quando esta lhe é entregue devidamente, isto é, sem mácula alguma. Portanto, Ele ainda procura verdadeiros adoradores, para adorá-Lo em espírito e em verdade, de maneira plena e genuína, como era no princípio.”Texto de orelhaUma linha do tempo ilustrada, dos céus até os dias de hoje.
A música foi criada por Deus antes mesmo da humanidade: “as estrelas da alva juntas alegremente cantavam” (Jó 38:7). Uma música perfeita, sem nota dissonante, até que o orgulho surgiu no coração de quem a regia (Ezequiel 28:13-14).
Deus formou o homem e lhe deu dons, talentos e autoridade para governar a terra (Salmos 115:16). A adoração passou a ser entregue também pela humanidade — e tornou-se alvo do inimigo.
Desde a antiguidade a música foi atrelada à magia e às práticas ocultas, trivializando a música original dos céus — um sistema chamado “a Grande Babilônia”, cujo fim já está decretado (Apocalipse 18).
Três pilares que sustentam a ardilosa atividade das trevas contra músicos e ministros do altar.
Adorada como Astarte, Afrodite ou Vênus, abre caminhos para a imoralidade sexual. Hoje usa a música para seduzir almas à carnalidade, alcançando até a mente de cristãos.
O único a quem Jesus chamou de “senhor” (Mateus 6:24). Enlaça os músicos com cordéis manipuladores, oferecendo recompensas fúteis e retirando o anseio pela eternidade.
A essência do orgulho que desejou ser igual ao Altíssimo. Incentiva a projeção humana dentro e fora das igrejas, promovendo mais o músico do que Cristo.
O livro analisa cada elemento natural de uma música e as influências que podem alcançá-los, buscando uma identidade musical genuína e mensageira do Reino.
Além deles, existem interveniências “não naturais”: a batalha na mente e no coração, e o cunho espiritual que o executor ou compositor pode imprimir na música.
✓ A letra — o poder que emana dos nossos lábios
✓ Os instrumentos musicais e sua importância
✓ Os elementos formais — melodia, harmonia e ritmo
✓ O gênero e os costumes culturais agregados
✓ A frequência sonora de vozes e instrumentos
Davi foi a referência que Deus encontrou na Terra para conduzir o povo a uma vida de adoração aprazível. Certamente, Deus ainda procura adoradores com este perfil, que adorem em espírito e em verdade.
✓ Uma revisão de critérios
✓ Algo reservado aos santos ministros do altar
✓ A restauração da perfeita adoração
“Está mais do que na hora de entendermos o papel da música na adoração, conseguindo santificar ainda mais nossas canções e corações. Se existe no leitor real interesse em viver o Reino de Deus usufruindo da principal ferramenta dentro da adoração, os louvores, esse livro é para você.”
Pr. Marcos — Ministério Atos de Justiça
Administrador com mais de 12 anos de experiência profissional na gestão de serviços em saúde. Além disso, tem pós-graduação em Teologia, o que lhe permite combinar a experiência da gestão com uma compreensão profunda da fé e da espiritualidade.
Bacharel em Direito, com paixão pela música e pelo canto. Além da formação jurídica, é Técnica em Canto Básico e Harmonia Vocal e pós-graduada em Regência de Coral, com capacitação para docência.
O livro foi trabalhado e publicado pela Editora Upbooks. Adquira seu exemplar impresso diretamente na página da editora.